A atuação do cirurgião-dentista no cuidado com herpes na mucosa bucal infantil.
A infecção por Herpes simples tipo 1 é comum na infância e pode se manifestar na cavidade bucal como a Gengivoestomatite herpética primária. Essa condição costuma causar dor, febre, dificuldade para se alimentar e múltiplas lesões ulceradas na mucosa oral, exigindo atenção cuidadosa e especializada.
O cirurgião-dentista tem papel fundamental no diagnóstico precoce, diferenciando o herpes de outras lesões orais comuns na infância, como aftas e infecções bacterianas. A avaliação clínica detalhada permite identificar sinais característicos, como vesículas que evoluem para úlceras, além de sintomas sistêmicos associados.
No manejo clínico, o profissional orienta os responsáveis quanto aos cuidados locais, como higiene bucal suave e uso de soluções antissépticas apropriadas. Em casos mais severos, pode ser indicada terapia medicamentosa com antivirais, como o Aciclovir, sempre considerando a idade da criança e o estágio da doença.
Além do tratamento, o dentista atua na prevenção de complicações, como desidratação — comum devido à dor ao ingerir líquidos — e infecções secundárias. Também é essencial orientar sobre medidas de controle da transmissão, já que o vírus é altamente contagioso.
Portanto, a atuação do cirurgião-dentista vai além do tratamento das lesões: envolve acolhimento, educação dos responsáveis e acompanhamento da criança, garantindo uma recuperação mais rápida e confortável.
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